“Quanto de leveza pode haver sob o áspero”

Ouriço-3398

III

Sôbolos pentelhos de meu amado
eu passeio a cara — e cheiro.

Sôbolo rio
que desce em pelos desde o peito,

deslizo a ponta do dedo
— no rio.

E quando se encontram
cara e dedo,

é brincadeira de olfatos e toques e beijos
minha cara, meu dedo em seus pentelhos.

 

Poema do livro Ouriço, cuja versão em ebook e impressa terá ensaio fotográfico realizado por Vanessa Mota.

2 comentários em ““Quanto de leveza pode haver sob o áspero”

  1. Carlos geovanio 31/05/2019 — 11:39

    Bacana Nilton! gostando de tudo que vejo aqui!

    1. niltonresende 19/08/2019 — 22:59

      Que bom, Carlos.
      Apareça mais vezes =]]] .

Deixe uma resposta para Carlos geovanio Cancelar resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto:
search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close